12 dezembro 2011

há sempre um mas...



Eu digo constantemente que se pudesse voltar atrás no tempo
Não mudaria nada
No final das contas e no meio de tanta porcaria
Eu bem que gosto daquilo que ele somou
E até que gosto da pessoa que me tornou

Mas… mas… mas… mas… mas…

Mas… mas… mas… mas… mas

Mas… mas… mas… mas… mas


Há sempre um mas

Mas… mas… mas… mas… mas…

Mas… mas… mas… mas… mas

Mas… mas… mas… mas… mas


Há sempre um mas

Foste demasiado rápida a ir daqui embora
E eu portei-me tão mal
Tão mal
Contigo

Não é que possa fazer grande coisa agora
Parece tudo desprovido de real valor
E isto acontece porque muito provavelmente
Nada o tem

Mas… mas… mas… mas… mas…

Mas… mas… mas… mas… mas

Mas… mas… mas… mas… mas


Há sempre um mas

Mas… mas… mas… mas… mas…

Mas… mas… mas… mas… mas

Mas… mas… mas… mas… mas


Há sempre um mas…

Pode ser que te encontre
Noutro sitio
Numa outra vida
Pode ser

Pode ser que Deus que realmente exista
Como eu quero tanto acreditar que sim
E que esteja a tomar conta de ti
Neste preciso momento
Pode ser

Mas… mas… mas… mas… mas…

Mas… mas… mas… mas… mas

Mas… mas… mas… mas… mas


Há sempre um mas


Mas… mas… mas… mas… mas…

Mas… mas… mas… mas… mas

Mas… mas… mas… mas… mas


Há sempre um mas


e viva o Carlão, que tem tantas vezes razão. 


mas há mais. aqui.

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