13 julho 2012

colectânea moída

a medida do vento é um ar que se lhe deu. são sopros principais que fazem ventanias em lugares que têm as janelas fechadas. brechas só as há, plenas de serem observadas com minúcia, nas paredes moles. é que até em palavras simples se tacteia alvoroço. nem bom. nem mau. são os factos.

o moleiro abancou-se. sentado num tronco, perfeito cilindro, pois não vive só da pedra, mas também do rolo. ruralidade desconhecida, que assalto perfeitamente de olhos vendados. errada, a rapariga errada. aquela do livro de capa branca e roxa. aquela que se aventurava sem saber. aquela que errou por ânsia. de ser!

mais analogias coleccionadas e isto seria o País das Maravilhas. a merda é não me chamar Alice.


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