04 janeiro 2014

estupidez das horas

olho para as horas. acabo por ver sempre mais do que números-guia.

vejo aquilo que não me apetece ver. faz pensar que tinha alguma lógica correr o mundo ao contrário para se ficar sempre ali ou mais atrás. quem sabe?

mas e as metas? a minha é fácil - é esta do tempo em que sou aqui a edificação premente do que trago nas mãos. e são tantas as coisas que vou ter de as pousar.  

hoje posso tocar-te pela última vez. e até já te dei os cravos. estão aos teus pés. 

só posso dizer-te que me deixas uma herança fantástica - uma infindável colecção de memórias irrepreensíveis, felizes e consistentes. 

o longe não existe contigo Padrinho. 

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